Diário de Viagem: Curitiba

Ida de ônibus de Porto Alegre à Curitiba, 13h de viagem em ônibus executivo.  Ruim, mas não tão ruim quanto parece ser.

Companhia: Irmã Gabi e lá em Curitiba minha amiga Manu, sua família e o namorado.

Primeiro dia:

Passeio no Bairro Santa Felicidade, de colonização Italiana, se parece com Gramado-RS.

Passeio no Centro: Shopping Estação, UTFPR, Rua XV, Museu de Arte Contemporânea, loja de Doces Casa da Bruxa e um café.

Evento no Museu do Olho do Oscar Niemeyer, evento de uma marca de cerveja com show ao vivo no parque ao lado do museu.

  • Observação: O evento era restrito e fechava uma parte do parque só para os participantes. Em Porto Alegre isso seria muito criticado.

Passeio no bairro Batel, o bairro boêmio. Com uma cultura interessante de os bares não terem mesas e as pessoas ficarem de pé na rua. Fomos na Praça da Espanha, com mais um evento de cervejas e show ao vivo.

Segundo dia

Feirinha de Curitiba – Feira enorme, não conseguimos ver tudo. Quero voltar para ver.

Jardim Botânico

Opera de Arame – Sem graça, mas com pipoca com Bacon.

Parque Tanguá – Pôr do Sol muito bonito.

Ficou para ser visto o Bosque.

A noite ficamos em casa e a família fez quentão.

Impressão geral: Terceira ida em Curitiba e ainda tem muito para ser conhecido, não achava que teria tanta coisa.

Volta de avião, 50 minutos.

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Free Your Stuff

 

Este post é para comentar a experiência que tive recentemente com um grupo no Facebook chamado “Free Your Stuff – Porto Alegre”. A ideia do grupo é que as pessoas postem o que precisam ou o que têm para doar. No caso apenas para Porto Alegre, mas eu achei a ideia incrível e poderia ter para todas as cidades.

Porque a ideia do grupo é muito interessante, em promover um consumo mais colaborativo. Com o grupo, muitas coisas que seriam descartadas continuam sendo consumidas por mais tempo, por outras pessoas.

As impressões que eu gostaria de deixar registradas da minha interação com o grupo são as seguintes:

  • Mesmo as coisas com pouquíssimo valor para mim tinham pessoas interessadas. Por exemplo um conjunto para encadernação usado.
  • Serve para conhecer pessoas bacanas. Muitas pessoas pedem ou recebem doações para projetos sociais que elas organizam.
  • O processo de doação pode ser bem demorado e custoso, tendo que combinar as entregas com cada pessoa. Algumas doações se arrastaram por meses…
  • No grupo as pessoas utilizam basicamente 2 tipos de critérios para seleção quando tem muitas pessoas interessadas na doação: Quem pede primeiro; Quem busca primeiro. Eu utilizei o primeiro critério, porém ao longo do processo concluí que o segundo parece melhor, pois quem busca primeiro está mais interessado então provavelmente utilizará o item logo.
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Os itens doados, foi uma grande limpeza

Outras observações:

  • Minha experiência com pedir coisas no grupo não foi tão bem sucedida, não ganhei doação do que eu precisava.
  • Também já comprei algo especialmente para doar para alguém que pediu. Este é outro ponto bacana do grupo, além da questão do consumo mais colaborativo, também é possível ajudar quem precisa.

Projeto Felicidades do Dia

Resolvi fazer aquele projeto de anotar todos os dias uma coisa que aconteceu que te deixou feliz.

A motivação foi que eu andava meio ‘desgostosa’ da minha vida, e queria aprender a valorizar as coisas que eu tinha e aconteciam na minha vida. Durou mais ou menos uns 6 meses o experimento, eu comecei na metade do ano de 2016.

Hoje foi o dia de abrir os bilhetes anotados. O que percebi ao longo do projeto foi que nos dias mais felizes eu não sentia necessidade de anotar, e muitas vezes me esquecia.
O que torna os registros um pouco viesados, pois as coisas que realmente me deixavam mais felizes muitas vezes eu não anotei.

Como eu vi que eu não estava seguindo a risca o projeto eu segui só até que acabassem as folhinhas do bloco de post it que separei para isto.

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O potinho onde guardei os bilhetes
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Tinha uns dias mais complicados, heheh
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E uns dias mais bacanas

O legal do momento de ler os bilhetes é perceber um padrão nas coisas que te fazem bem.

O que eu notei que apareceu com mais frequência:

  • Sair com amigos e ‘namorados’;
  • Doações;
  • Terminar coisas (livros, séries, projetos do trabalho, trabalhos da faculdade, etc)
  • Dias produtivos no trabalho.

O que eu notei que apareceu menos do que eu esperava: Comidas.
Eu sempre me preocupo em sair e conhecer novos restaurantes, cafeterias, mas o retorno em termos de felicidade parece ser pouco.

É um projeto interessante, mas eu não repetiria, é custoso anotar todos os dias e não trazia tantos benefícios imediatos.

Fitas para Colar Quadros – Usar ou não usar?

Não usar. 

A experiência foi com 2 tipos de fitas:

  1. Fita de Espuma (Fita banana):
    1. Não suporta muito peso, quadros de madeira caíram da parede;
    2. A espuma não sai nada fácil;
    3. Fica manchada a parede.
  2. Fita “Fixa Forte”:
    1. Na hora de tirar saiu pedaços da parede!
    2. Alguns quadros saíram sem problemas, minha conclusão é que não é preciso apertar muito na hora de colocar.
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Na esquerda, mancha da fita banana, depois lascas da parede, e no meio o único quadro que saiu certo!
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Quadros Estragados
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Detalhe do Estrago

Conclusão: Não vale a pena, a bagunça na hora de tirar muito mais do que compensa a praticidade de colocar.

Vale mais a pena conseguir uma furadeira emprestado com alguém ou encarar um martelo para pregar. Hoje em dia com essa onde de consumo colaborativo, dá para pedir a furadeira em algum grupo do Facebook ou aplicativo (Sugestão: App Tem Açúcar?).

 

Dica Extra! Para consertar as lascar de parede que saíram (assim como precisaria no caso de furos na parede) tenha um pote de Massa Corrida em casa. É algo que se compra e não estraga. E você fica livre para estragar e consertar rapidinho as paredes em casa. 😀

ComCiência – Mostra de Patricia Piccinini

Uma exposição que visitei no Centro Cultural BB – BH, merece uma reflexão à parte.
As obras consistiam em criaturas, como animais, mas não existentes, feitas de um material que parece REALMENTE pele e pelos, geralmente interagindo com crianças.
Obs: As obras não podiam ser tocadas, obviamente. Porém um funcionário do CCBB circulava pela exposição com uma “miniobra” feita do mesmo material, apenas para que as pessoas matassem a vontade de encostar. Adorei isso.

Qual a ideia: que aquelas criaturas poderiam ter sido elaboradas pela ciência para propósitos específicos, como por exemplo serem cuidadores de crianças, até mesmo, barrigas de aluguel.

A artista propunha quais os limites para o amor e o cuidado. Por exemplo, o extremo zelo com as crianças, poderia demandar a criação desses seres. E uma vez criados, seríamos capaz de amá-los? Ou seriam como máquinas que servem a um propósito?
E se seríamos capaz de amá-los, porque muitas vezes não conseguimos amar outros serem reais e mais próximos como outros seres humanos?
Me tocou esta exposição.

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