ComCiência – Mostra de Patricia Piccinini

Uma exposição que visitei no Centro Cultural BB – BH, merece uma reflexão à parte.
As obras consistiam em criaturas, como animais, mas não existentes, feitas de um material que parece REALMENTE pele e pelos, geralmente interagindo com crianças.
Obs: As obras não podiam ser tocadas, obviamente. Porém um funcionário do CCBB circulava pela exposição com uma “miniobra” feita do mesmo material, apenas para que as pessoas matassem a vontade de encostar. Adorei isso.

Qual a ideia: que aquelas criaturas poderiam ter sido elaboradas pela ciência para propósitos específicos, como por exemplo serem cuidadores de crianças, até mesmo, barrigas de aluguel.

A artista propunha quais os limites para o amor e o cuidado. Por exemplo, o extremo zelo com as crianças, poderia demandar a criação desses seres. E uma vez criados, seríamos capaz de amá-los? Ou seriam como máquinas que servem a um propósito?
E se seríamos capaz de amá-los, porque muitas vezes não conseguimos amar outros serem reais e mais próximos como outros seres humanos?
Me tocou esta exposição.

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Diário de Viagem: Minas Gerais

Dia 5 e último – 23/10

O único passeio programado era visitar a Feira Hippie da Afonso Pena, que todos me indicaram como atração turística imperdível.
Ao chegar lá é uma grande feira ao ar livre, com alguns artesanatos, mas não muito originais e muitas bancas de produtos industrializados. Basicamente, um camelô. Foi decepcionante.

Como havia comentado, eu estava acompanhada de um novo amigo, o caixa do bar, ele me ajudou a preencher a minha manhã com novos programas já que a feira foi bem rápida de ver.

Vimos o parque Municipal que fica junto da Feira, caminhamos um pouco pelo centro, os entornos da Feira. E depois fomos na Praça do Papa, um mirante da cidade com vista bem linda da cidade e da Serra.

Por fim, Aeroporto! Conexão longa em São Paulo, Congonhas de novo. Starbucks de novo, agora moccacino quente e muffin, que eram bons, mas nada de mais.

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Colares comprados em Feira Hippie alternativa, verdadeiramente Hippie

Diário de Viagem: Minas Gerais

Dia 4 – 22/10

Foi um dia cheio.

Começou com visita guiada ao Mercado Central, que descobri que ganhou um prêmio de segundo melhor mercado do mundo. Bem bacana, com algumas coisas exóticas tipo venda de pombos e pavões. Comprei balas de doce de leite, queijo e artesanato para presente. Tomei um refrigerante de marca diferente, mas não era nada de mais.

Fui a pé para a Praça da Liberdade, praça circundada por diversos museus. Os museus estavam todos novos, bonitos e interativos, alguns ainda sendo construídos. Cheios de boas ideias. Alguns deles:

Museus de Metais e Mineração;

Memorial de BH – Lindo, com salas para cada região característica do estado e para as personalidades históricas importantes, como o Guimarães Rosa (s2).

Centro Cultural BB – Exposição da Patricia Piccinini, farei um post a parte.

Museu de Ciências e Tecnologias da UFMG – Tem um planetário dentro, eu assisti 2 sessões. A primeira era de curtas que não fossem sobre o tema espaço e o segundo sobre o céu de BH, explicando as constelações que estavam aparecendo atualmente e porque, e também mostrou o efeito da poluição visual.

Durante a tarde fui almoçar na Pão de Queijaria, comi um pão de queijo recheado e outro simples mas com manteiga de café, este último muito maravilhosamente gostoso.
Obs: Me perdi para achar o lugar a pé, fui parar bem longe e dependi de uma carona de uma menina que me ajudou! 😉

Por fim terminei a noite num bar Quermesse, um bar temático de festa junina. Onde fiz amizade com o caixa do bar que me fez companhia no último dia em BH.

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Cozinha comunitária da Nestle dentro do Mercado Central

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Balinhas de Doce de Leite gostossísimas, boas para presente!

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Telescópios Invertidos no Museu dos Metais e Mineração

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Diário de Viagem: Minas Gerais – Inhotim

Dia 3 – 21/10

Dia de Inhotim de novo!
No dia anterior eu tinha pego o mapa e à noite marquei os lugares já vistos na visita guiada e fiz um plano de rota para ver as demais galerias.

Optei por não comprar o carro que leva entre as galerias, então não pude ver todas pois algumas eram muito distantes. Mas ficou a vontade de ir de novo para vê-las.

Este foi o dia que caiu a ficha como o Inhotim é maravilhoso! Caminhar por aqueles caminhos sinuosos em busca das obras, quase uma caça ao tesouro, com muito verde em volta. A organização perfeita, muitos funcionários, que sempre sabiam ajudar.
E principalmente as obras, lindas, elaboradas, despertavam muitos sentimentos.
Minhas preferidas foram a Cosmococa e uma “caixa de música” de madeira e espelhos.

Às 16h, quando o Museu fecha, pego o ônibus para BH.
Vou no Cinema 104 que estava participando do CineBH International Film Festival, assisto o filme “Comboio de Sal e Açúcar”. Bom filme e boa ideia assistir filme após o passeio de caminhadas que foi o Inhotim.
Antes do filme comi uma porção de pasteizinhos de angu, no mesmo espaço do Cinema 104, muito bom.

 

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Essa dá um bom plano de fundo para o celular. Costumo usar ^^

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Diário de Viagem: Minas Gerais – Inhotim

Dia 2 – 20/10

De manhã, ida para a Rodoviária para pegar o ônibus para o Inhotim.
Aconteceu um perrengue com a minha passagem e meu ônibus que era para às 8h partiu sem mim e eu só pude ir às 11h.
Acabei conhecendo muito intimamente a Rodoviária de BH, mais do que eu gostaria.
Aproveitei para comer um pão de queijo e uma broa de queijo. O primeiro era bem mais ou menos, o segundo, um bolinho doce de queijo bem bom!

Chegado no Inhotim quase 13h. Peguei a visita guiada, tinha apenas eu de ouvinte! (:
Foi muito bom, pude conversar mais com a instrutora e conhecer melhor a organização do Inhotim.
Algumas curiosidades: Eles não contratam estagiários, apesar dos funcionários serem todos muito jovens. Eles pesquisam autodidatamente sobre arte e fazem apresentações entre si para que possam ter o conteúdo necessário para explicar aos visitantes e auxiliar na montagem das exposições.
E o nome Inhotim não é indígena, é de “Sinhô Tim”, antigo dono das terras.

Após a visita guiada fui comer pão de queijo num dos cafés. Pão de queijo recheado de pernil! Lindo, gostoso e bem grande. Serviu de janta no hotel também!

No hotel descubro que ele tem sauna de vapor, lá fui eu experimentar já que não conhecia.
Sempre buscando conhecer novas sensações.

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Diário de Viagem: Minas Gerais

Dia 1 – 19/10

Dia de avião! Já fui viajar apenas para sentir aquele frio na barriga da decolagem!
Conexão demorada em São Paulo, Congonhas. Aproveitei para conhecer o Starbucks, pedi café gelado e brownie, não eram bons…

Chegada no aeroporto de Confins (outra cidade), pegar ônibus para BH (1h), descobrir que perdi o cartão de crédito. O saque sem cartão do BB me salvou!

Pegar Uber para a Pampulha. Uma motorista muito querida e guia turística improvisada passeou comigo pelos prédios: Igrejinha, Casa do Baile, e Iate Clube, mas estavam fechados.

Janta em um restaurante de peixes, Pecatori, bem gourmet, com vista bonita de uma ponte.

Ir para o Hostel, Collaborate Design Hostel, barato, LINDO e bem localizado. Quarto coletivo, mas ficaria sozinha por uma noite.

A noite fazia ligação por Skype com o Alexandre para contar o dia todo.

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Motivação:

Fazia algum tempo que estava a procura de um forma de guardar as memórias e aprendizagens com as coisas que se passam na vida.

Blogs sempre foram minha forma de informação na internet, e dado a transfiguração que sofreram ao longo do tempo, se transformando em sites de artigos elaborados e altamente patrocinados (nada contra, continuo acompanhando). Resolvi fazer um blog pessoal e simples.

Hoje de manhã aconteceu de me olhar no espelho e me achar bonita, apesar das imperfeições da pele, do cabelo, da expressão… E me peguei pensando porque eu gostava do meu visual ‘bagunçado’, eu gosto porque para mim representa não ser a mulher ‘boazinha’, ser dona das minhas escolhas, natural e selvagem, das minhas origens latinas. Indomada.

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