Adicionar um Gato na Rotina

Adoção de um gato adulto

No início deste ano, fevereiro de 2017, eu ganhei uma gata, a Judy.
A Judy é uma gata grande, sem raça, de 7 anos agora, não castrada.

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Foi uma experiência diferente pois eu não estava planejando ter um animal de estimação tão cedo. Aconteceu que minhas vizinhas me pediram para cuidar da Judy pois iriam se mudar e não poderiam leva-la para a nova casa e eu aceitei.

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Eu nunca tinha convivido com gatos antes na vida, apenas com cachorros. Então, sem pensar muito antes, tive que aprender como lidar com um gato, em apartamento, sozinha (os cachorros eram meus pais que cuidavam). Mas a adaptação foi bem fácil

Mudança de Casa

Conforme a lenda conhecida, gatos não gostam de mudar de casa. A Judy ficou em torno de duas semanas escondida de baixo da cama, só saia para comer a noite.
Ou quando eu dava Whiskas.

Inicialmente eu deixei os potes de água e comida no quarto, para ela não ter que se mover tanto pela casa que ela ainda não conhecia.

Ela começou a criar mais confiança em mim quando eu comecei a servir a comida no pote na frente dela. Fazendo realmente questão que ela me visse.
Li na internet que os gatos associam seu “dono” com quem serve a comida e passam a confiar e acompanhar o dono.
Após a adaptação os potes de água e comida foram para a sala da casa.

Rotinas

  • Diariamente:

De manhã: Trocar água do pote; trocar ração seca; limpar caixinha.

De noite: Limpar a caixinha; servir ração “molhada” (Whiskas e outros similares).

  • Semanalmente:

Trocar a areia da caixinha

  • Semestralmente:

Banho

Outros cuidados

Pentear quando começa a cair muitos pelos e passar talco anti-pulgas eventualmente.

Cio: as gatas passam por diversos períodos de cio ao longo do ano, pode variar conforme o lugar. Durante o cio elas não sangram (como os cachorros), ficam bem carinhosas e grudentas (fofas) e ficam miando loucamente (é realmente chato).
Uma opção é a castração, que dizem fazer bem ao bichinho, estou pensando nessa possibilidade.

Resumo

Adotar um gato adulto é mais fácil que adotar bebês gatos. Precisa menos cuidados de remédios, leites, ração especial, etc. No entanto os contras são que o gato já vem “educado” ou “mal-educado”, por exemplo a Judy não usa arranhador (pobre sofá..)

Apesar da distância inicial, e o “mal-humor” por mudar de casa, depois a Judy se tornou uma gata MUITO companheira e carinhosa. E eu gostei muito de ter aceitado ela na minha vida.

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PS: Sobre o nome Judy, é o nome original dela. Eu gostaria muito de ter dado um nome que eu gosto, mas não tive coragem de mudar o nome que ela já costumava ser chamada. Apesar de todos me dizerem que não tem importância mudar o nome, que eles se adaptam.

 

Diário de Viagem: Curitiba

Ida de ônibus de Porto Alegre à Curitiba, 13h de viagem em ônibus executivo.  Ruim, mas não tão ruim quanto parece ser.

Companhia: Irmã Gabi e lá em Curitiba minha amiga Manu, sua família e o namorado.

Primeiro dia:

Passeio no Bairro Santa Felicidade, de colonização Italiana, se parece com Gramado-RS.

Passeio no Centro: Shopping Estação, UTFPR, Rua XV, Museu de Arte Contemporânea, loja de Doces Casa da Bruxa e um café.

Evento no Museu do Olho do Oscar Niemeyer, evento de uma marca de cerveja com show ao vivo no parque ao lado do museu.

  • Observação: O evento era restrito e fechava uma parte do parque só para os participantes. Em Porto Alegre isso seria muito criticado.

Passeio no bairro Batel, o bairro boêmio. Com uma cultura interessante de os bares não terem mesas e as pessoas ficarem de pé na rua. Fomos na Praça da Espanha, com mais um evento de cervejas e show ao vivo.

Segundo dia

Feirinha de Curitiba – Feira enorme, não conseguimos ver tudo. Quero voltar para ver.

Jardim Botânico

Opera de Arame – Sem graça, mas com pipoca com Bacon.

Parque Tanguá – Pôr do Sol muito bonito.

Ficou para ser visto o Bosque.

A noite ficamos em casa e a família fez quentão.

Impressão geral: Terceira ida em Curitiba e ainda tem muito para ser conhecido, não achava que teria tanta coisa.

Volta de avião, 50 minutos.

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Free Your Stuff

 

Este post é para comentar a experiência que tive recentemente com um grupo no Facebook chamado “Free Your Stuff – Porto Alegre”. A ideia do grupo é que as pessoas postem o que precisam ou o que têm para doar. No caso apenas para Porto Alegre, mas eu achei a ideia incrível e poderia ter para todas as cidades.

Porque a ideia do grupo é muito interessante, em promover um consumo mais colaborativo. Com o grupo, muitas coisas que seriam descartadas continuam sendo consumidas por mais tempo, por outras pessoas.

As impressões que eu gostaria de deixar registradas da minha interação com o grupo são as seguintes:

  • Mesmo as coisas com pouquíssimo valor para mim tinham pessoas interessadas. Por exemplo um conjunto para encadernação usado.
  • Serve para conhecer pessoas bacanas. Muitas pessoas pedem ou recebem doações para projetos sociais que elas organizam.
  • O processo de doação pode ser bem demorado e custoso, tendo que combinar as entregas com cada pessoa. Algumas doações se arrastaram por meses…
  • No grupo as pessoas utilizam basicamente 2 tipos de critérios para seleção quando tem muitas pessoas interessadas na doação: Quem pede primeiro; Quem busca primeiro. Eu utilizei o primeiro critério, porém ao longo do processo concluí que o segundo parece melhor, pois quem busca primeiro está mais interessado então provavelmente utilizará o item logo.
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Os itens doados, foi uma grande limpeza

Outras observações:

  • Minha experiência com pedir coisas no grupo não foi tão bem sucedida, não ganhei doação do que eu precisava.
  • Também já comprei algo especialmente para doar para alguém que pediu. Este é outro ponto bacana do grupo, além da questão do consumo mais colaborativo, também é possível ajudar quem precisa.

Projeto Felicidades do Dia

Resolvi fazer aquele projeto de anotar todos os dias uma coisa que aconteceu que te deixou feliz.

A motivação foi que eu andava meio ‘desgostosa’ da minha vida, e queria aprender a valorizar as coisas que eu tinha e aconteciam na minha vida. Durou mais ou menos uns 6 meses o experimento, eu comecei na metade do ano de 2016.

Hoje foi o dia de abrir os bilhetes anotados. O que percebi ao longo do projeto foi que nos dias mais felizes eu não sentia necessidade de anotar, e muitas vezes me esquecia.
O que torna os registros um pouco viesados, pois as coisas que realmente me deixavam mais felizes muitas vezes eu não anotei.

Como eu vi que eu não estava seguindo a risca o projeto eu segui só até que acabassem as folhinhas do bloco de post it que separei para isto.

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O potinho onde guardei os bilhetes
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Tinha uns dias mais complicados, heheh
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E uns dias mais bacanas

O legal do momento de ler os bilhetes é perceber um padrão nas coisas que te fazem bem.

O que eu notei que apareceu com mais frequência:

  • Sair com amigos e ‘namorados’;
  • Doações;
  • Terminar coisas (livros, séries, projetos do trabalho, trabalhos da faculdade, etc)
  • Dias produtivos no trabalho.

O que eu notei que apareceu menos do que eu esperava: Comidas.
Eu sempre me preocupo em sair e conhecer novos restaurantes, cafeterias, mas o retorno em termos de felicidade parece ser pouco.

É um projeto interessante, mas eu não repetiria, é custoso anotar todos os dias e não trazia tantos benefícios imediatos.

Fitas para Colar Quadros – Usar ou não usar?

Não usar. 

A experiência foi com 2 tipos de fitas:

  1. Fita de Espuma (Fita banana):
    1. Não suporta muito peso, quadros de madeira caíram da parede;
    2. A espuma não sai nada fácil;
    3. Fica manchada a parede.
  2. Fita “Fixa Forte”:
    1. Na hora de tirar saiu pedaços da parede!
    2. Alguns quadros saíram sem problemas, minha conclusão é que não é preciso apertar muito na hora de colocar.
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Na esquerda, mancha da fita banana, depois lascas da parede, e no meio o único quadro que saiu certo!
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Quadros Estragados
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Detalhe do Estrago

Conclusão: Não vale a pena, a bagunça na hora de tirar muito mais do que compensa a praticidade de colocar.

Vale mais a pena conseguir uma furadeira emprestado com alguém ou encarar um martelo para pregar. Hoje em dia com essa onde de consumo colaborativo, dá para pedir a furadeira em algum grupo do Facebook ou aplicativo (Sugestão: App Tem Açúcar?).

 

Dica Extra! Para consertar as lascar de parede que saíram (assim como precisaria no caso de furos na parede) tenha um pote de Massa Corrida em casa. É algo que se compra e não estraga. E você fica livre para estragar e consertar rapidinho as paredes em casa. 😀