Comunicação Não Violenta 2

Outra reflexão a se guardar:

“Quando alguém nos conta um sofrimento, tentamos imediatamente propor soluções, pensando ser empáticos. Mas muitas vezes queremos tirar o outro de sua dor, mais porque, não conseguimos suportar a dor do outro, do que por tentarmos ajudar.”

Por que muitas vezes o que a pessoa precisa é só falar. Não está pedindo conselhos ou soluções “fáceis”.

Comunicação Não Violenta

No grupo de Comunicação Não Violenta que participo eventualmente, seguimos um roteiro padrão para a solução de conflitos.
No último encontro, meu conflito era interno. Quero registrar as reflexões deste dia:

Passo 1 – O conflito – Eu falando

“Não consigo dar conta do que eu quero fazer. Antes eu conseguia fazer mais coisas, mais cadeiras na faculdade, mais projetos. Estou me sentindo frustrada. Não estou conseguindo fazer as entregas necessárias no trabalho. Mesmo fazendo menos cadeiras, não consigo começar nenhum projeto novo, mal consigo cuidar da casa.”

Passo 2 – A empatia – Outro me repete o que eu falei

Ele utilizou além das minhas palavras, a expressão “você se sente bloqueada, e não consegue fazer mais as coisas como antes”. Concordei com isso, mas fiquei instigada o que seria o bloqueio?

Passo 3 – Identificar o sentimento envolvido

“Me sinto frustada”

Passo 4 – Identificar a necessidade – O valor que não foi atendido

  • Dica para identificar a necessidade e o valor: Pensar o que você esperava na situação, que não ocorreu. E disso veio o conflito.

Aqui o raciocínio foi mais ou menos assim:

“O que eu esperava: Queria fazer mais coisas.
Mas pra que? Não sei.
Dificuldade de identificar o que é importante. É preciso definir prioridades, organizar.”

Meu valor não atendido foi a ORGANIZAÇÃO.

Passo 5 – Fazer um pedido

Expor o próprio sentimento – Assumir a responsabilidade pelo próprio sentimento
Fazer um pedido prático – Não uma exigência, e não algo vago.

No meu exemplo essa etapa não se aplica.

 

 

Estar no momento

Eu não conheço bem, nem sei se é este o nome correto. Mas “estar no momento” é um conceito de meditação, que significa prestar atenção no agora. Não ficar antecipando o futuro, sofrendo por antecipação ou criando expectativas. Não ficar fazendo listas de afazeres e pendências. É simplesmente focar no que se está fazendo.

É simples, mas trás MUITA PAZ.

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Porque trás paz: Por que se você parar e pensar no que está fazendo, vai perceber que seja lá o que você estiver fazendo, é incrível!

Adicionar um Gato na Rotina

Adoção de um gato adulto

No início deste ano, fevereiro de 2017, eu ganhei uma gata, a Judy.
A Judy é uma gata grande, sem raça, de 7 anos agora, não castrada.

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Foi uma experiência diferente pois eu não estava planejando ter um animal de estimação tão cedo. Aconteceu que minhas vizinhas me pediram para cuidar da Judy pois iriam se mudar e não poderiam leva-la para a nova casa e eu aceitei.

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Eu nunca tinha convivido com gatos antes na vida, apenas com cachorros. Então, sem pensar muito antes, tive que aprender como lidar com um gato, em apartamento, sozinha (os cachorros eram meus pais que cuidavam). Mas a adaptação foi bem fácil

Mudança de Casa

Conforme a lenda conhecida, gatos não gostam de mudar de casa. A Judy ficou em torno de duas semanas escondida de baixo da cama, só saia para comer a noite.
Ou quando eu dava Whiskas.

Inicialmente eu deixei os potes de água e comida no quarto, para ela não ter que se mover tanto pela casa que ela ainda não conhecia.

Ela começou a criar mais confiança em mim quando eu comecei a servir a comida no pote na frente dela. Fazendo realmente questão que ela me visse.
Li na internet que os gatos associam seu “dono” com quem serve a comida e passam a confiar e acompanhar o dono.
Após a adaptação os potes de água e comida foram para a sala da casa.

Rotinas

  • Diariamente:

De manhã: Trocar água do pote; trocar ração seca; limpar caixinha.

De noite: Limpar a caixinha; servir ração “molhada” (Whiskas e outros similares).

  • Semanalmente:

Trocar a areia da caixinha

  • Semestralmente:

Banho

Outros cuidados

Pentear quando começa a cair muitos pelos e passar talco anti-pulgas eventualmente.

Cio: as gatas passam por diversos períodos de cio ao longo do ano, pode variar conforme o lugar. Durante o cio elas não sangram (como os cachorros), ficam bem carinhosas e grudentas (fofas) e ficam miando loucamente (é realmente chato).
Uma opção é a castração, que dizem fazer bem ao bichinho, estou pensando nessa possibilidade.

Resumo

Adotar um gato adulto é mais fácil que adotar bebês gatos. Precisa menos cuidados de remédios, leites, ração especial, etc. No entanto os contras são que o gato já vem “educado” ou “mal-educado”, por exemplo a Judy não usa arranhador (pobre sofá..)

Apesar da distância inicial, e o “mal-humor” por mudar de casa, depois a Judy se tornou uma gata MUITO companheira e carinhosa. E eu gostei muito de ter aceitado ela na minha vida.

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PS: Sobre o nome Judy, é o nome original dela. Eu gostaria muito de ter dado um nome que eu gosto, mas não tive coragem de mudar o nome que ela já costumava ser chamada. Apesar de todos me dizerem que não tem importância mudar o nome, que eles se adaptam.

 

Diário de Viagem: Curitiba

Ida de ônibus de Porto Alegre à Curitiba, 13h de viagem em ônibus executivo.  Ruim, mas não tão ruim quanto parece ser.

Companhia: Irmã Gabi e lá em Curitiba minha amiga Manu, sua família e o namorado.

Primeiro dia:

Passeio no Bairro Santa Felicidade, de colonização Italiana, se parece com Gramado-RS.

Passeio no Centro: Shopping Estação, UTFPR, Rua XV, Museu de Arte Contemporânea, loja de Doces Casa da Bruxa e um café.

Evento no Museu do Olho do Oscar Niemeyer, evento de uma marca de cerveja com show ao vivo no parque ao lado do museu.

  • Observação: O evento era restrito e fechava uma parte do parque só para os participantes. Em Porto Alegre isso seria muito criticado.

Passeio no bairro Batel, o bairro boêmio. Com uma cultura interessante de os bares não terem mesas e as pessoas ficarem de pé na rua. Fomos na Praça da Espanha, com mais um evento de cervejas e show ao vivo.

Segundo dia

Feirinha de Curitiba – Feira enorme, não conseguimos ver tudo. Quero voltar para ver.

Jardim Botânico

Opera de Arame – Sem graça, mas com pipoca com Bacon.

Parque Tanguá – Pôr do Sol muito bonito.

Ficou para ser visto o Bosque.

A noite ficamos em casa e a família fez quentão.

Impressão geral: Terceira ida em Curitiba e ainda tem muito para ser conhecido, não achava que teria tanta coisa.

Volta de avião, 50 minutos.

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Free Your Stuff

 

Este post é para comentar a experiência que tive recentemente com um grupo no Facebook chamado “Free Your Stuff – Porto Alegre”. A ideia do grupo é que as pessoas postem o que precisam ou o que têm para doar. No caso apenas para Porto Alegre, mas eu achei a ideia incrível e poderia ter para todas as cidades.

Porque a ideia do grupo é muito interessante, em promover um consumo mais colaborativo. Com o grupo, muitas coisas que seriam descartadas continuam sendo consumidas por mais tempo, por outras pessoas.

As impressões que eu gostaria de deixar registradas da minha interação com o grupo são as seguintes:

  • Mesmo as coisas com pouquíssimo valor para mim tinham pessoas interessadas. Por exemplo um conjunto para encadernação usado.
  • Serve para conhecer pessoas bacanas. Muitas pessoas pedem ou recebem doações para projetos sociais que elas organizam.
  • O processo de doação pode ser bem demorado e custoso, tendo que combinar as entregas com cada pessoa. Algumas doações se arrastaram por meses…
  • No grupo as pessoas utilizam basicamente 2 tipos de critérios para seleção quando tem muitas pessoas interessadas na doação: Quem pede primeiro; Quem busca primeiro. Eu utilizei o primeiro critério, porém ao longo do processo concluí que o segundo parece melhor, pois quem busca primeiro está mais interessado então provavelmente utilizará o item logo.
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Os itens doados, foi uma grande limpeza

Outras observações:

  • Minha experiência com pedir coisas no grupo não foi tão bem sucedida, não ganhei doação do que eu precisava.
  • Também já comprei algo especialmente para doar para alguém que pediu. Este é outro ponto bacana do grupo, além da questão do consumo mais colaborativo, também é possível ajudar quem precisa.