Comunicação Não Violenta

No grupo de Comunicação Não Violenta que participo eventualmente, seguimos um roteiro padrão para a solução de conflitos.
No último encontro, meu conflito era interno. Quero registrar as reflexões deste dia:

Passo 1 – O conflito – Eu falando

“Não consigo dar conta do que eu quero fazer. Antes eu conseguia fazer mais coisas, mais cadeiras na faculdade, mais projetos. Estou me sentindo frustrada. Não estou conseguindo fazer as entregas necessárias no trabalho. Mesmo fazendo menos cadeiras, não consigo começar nenhum projeto novo, mal consigo cuidar da casa.”

Passo 2 – A empatia – Outro me repete o que eu falei

Ele utilizou além das minhas palavras, a expressão “você se sente bloqueada, e não consegue fazer mais as coisas como antes”. Concordei com isso, mas fiquei instigada o que seria o bloqueio?

Passo 3 – Identificar o sentimento envolvido

“Me sinto frustada”

Passo 4 – Identificar a necessidade – O valor que não foi atendido

  • Dica para identificar a necessidade e o valor: Pensar o que você esperava na situação, que não ocorreu. E disso veio o conflito.

Aqui o raciocínio foi mais ou menos assim:

“O que eu esperava: Queria fazer mais coisas.
Mas pra que? Não sei.
Dificuldade de identificar o que é importante. É preciso definir prioridades, organizar.”

Meu valor não atendido foi a ORGANIZAÇÃO.

Passo 5 – Fazer um pedido

Expor o próprio sentimento – Assumir a responsabilidade pelo próprio sentimento
Fazer um pedido prático – Não uma exigência, e não algo vago.

No meu exemplo essa etapa não se aplica.

 

 

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