Reflexão

Relembre-se do dia em que você desejou as coisas que você tem agora.

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Show do Paul McCartney

13/10/2017

O dia em que vi um Beatles ao vivo.

Foi simplesmente memorável, mas quero registrar algumas memórias e pensamentos desse momento:

  • Eu me senti muito feliz lá, estava sorrindo à toa! Mas não tão a toa assim.
  • Achei que valeu cada centavo do ingresso caro.
  • Gostei de ter ido sozinha. Cantei e dancei todas as musicas que eu queria, sem vergonha de ninguém. E também me senti livre para não curtir algumas músicas, ficar de braços cruzados, descansar.
  • Foram 3h de show!
  • Fiquei das 15h até depois da meia noite em pé.
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Paul levou uma bandeira do Orgulho LGBTQI
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Estava chovendo no dia, e eu fui de cosplay de pão dentro do saquinho
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Foto linda, mas para lembrar que ele usou uma guitarra muito simpática com desenhos de uma multidão assim: \o/
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Aqui para registrar o quanto eu fiquei pertinho e quanto foi lindo!

Mais sobre o gato

Sempre fui muito organizada, e de fazer planos para tudo e para a vida toda.

Planejava ter um pet um dia, mas depois de terminar a faculdade, e poder me organizar bem para ele. Mas como contei, ganhei minha gata das minhas vizinhas recentemente (ainda não me formei).

E ela me faz muita companhia e faz feliz.

Mas mais que isso, pra mim ela significa que a gente não está no controle. E as vezes isso é bom. E coisas que saem do plano podem dar muito certo.

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Minha bolinha de amor e fofura

Comunicação Não Violenta 2

Outra reflexão a se guardar:

“Quando alguém nos conta um sofrimento, tentamos imediatamente propor soluções, pensando ser empáticos. Mas muitas vezes queremos tirar o outro de sua dor, mais porque, não conseguimos suportar a dor do outro, do que por tentarmos ajudar.”

Por que muitas vezes o que a pessoa precisa é só falar. Não está pedindo conselhos ou soluções “fáceis”.

Comunicação Não Violenta

No grupo de Comunicação Não Violenta que participo eventualmente, seguimos um roteiro padrão para a solução de conflitos.
No último encontro, meu conflito era interno. Quero registrar as reflexões deste dia:

Passo 1 – O conflito – Eu falando

“Não consigo dar conta do que eu quero fazer. Antes eu conseguia fazer mais coisas, mais cadeiras na faculdade, mais projetos. Estou me sentindo frustrada. Não estou conseguindo fazer as entregas necessárias no trabalho. Mesmo fazendo menos cadeiras, não consigo começar nenhum projeto novo, mal consigo cuidar da casa.”

Passo 2 – A empatia – Outro me repete o que eu falei

Ele utilizou além das minhas palavras, a expressão “você se sente bloqueada, e não consegue fazer mais as coisas como antes”. Concordei com isso, mas fiquei instigada o que seria o bloqueio?

Passo 3 – Identificar o sentimento envolvido

“Me sinto frustada”

Passo 4 – Identificar a necessidade – O valor que não foi atendido

  • Dica para identificar a necessidade e o valor: Pensar o que você esperava na situação, que não ocorreu. E disso veio o conflito.

Aqui o raciocínio foi mais ou menos assim:

“O que eu esperava: Queria fazer mais coisas.
Mas pra que? Não sei.
Dificuldade de identificar o que é importante. É preciso definir prioridades, organizar.”

Meu valor não atendido foi a ORGANIZAÇÃO.

Passo 5 – Fazer um pedido

Expor o próprio sentimento – Assumir a responsabilidade pelo próprio sentimento
Fazer um pedido prático – Não uma exigência, e não algo vago.

No meu exemplo essa etapa não se aplica.

 

 

Estar no momento

Eu não conheço bem, nem sei se é este o nome correto. Mas “estar no momento” é um conceito de meditação, que significa prestar atenção no agora. Não ficar antecipando o futuro, sofrendo por antecipação ou criando expectativas. Não ficar fazendo listas de afazeres e pendências. É simplesmente focar no que se está fazendo.

É simples, mas trás MUITA PAZ.

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Porque trás paz: Por que se você parar e pensar no que está fazendo, vai perceber que seja lá o que você estiver fazendo, é incrível!

Adicionar um Gato na Rotina

Adoção de um gato adulto

No início deste ano, fevereiro de 2017, eu ganhei uma gata, a Judy.
A Judy é uma gata grande, sem raça, de 7 anos agora, não castrada.

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Foi uma experiência diferente pois eu não estava planejando ter um animal de estimação tão cedo. Aconteceu que minhas vizinhas me pediram para cuidar da Judy pois iriam se mudar e não poderiam leva-la para a nova casa e eu aceitei.

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Eu nunca tinha convivido com gatos antes na vida, apenas com cachorros. Então, sem pensar muito antes, tive que aprender como lidar com um gato, em apartamento, sozinha (os cachorros eram meus pais que cuidavam). Mas a adaptação foi bem fácil

Mudança de Casa

Conforme a lenda conhecida, gatos não gostam de mudar de casa. A Judy ficou em torno de duas semanas escondida de baixo da cama, só saia para comer a noite.
Ou quando eu dava Whiskas.

Inicialmente eu deixei os potes de água e comida no quarto, para ela não ter que se mover tanto pela casa que ela ainda não conhecia.

Ela começou a criar mais confiança em mim quando eu comecei a servir a comida no pote na frente dela. Fazendo realmente questão que ela me visse.
Li na internet que os gatos associam seu “dono” com quem serve a comida e passam a confiar e acompanhar o dono.
Após a adaptação os potes de água e comida foram para a sala da casa.

Rotinas

  • Diariamente:

De manhã: Trocar água do pote; trocar ração seca; limpar caixinha.

De noite: Limpar a caixinha; servir ração “molhada” (Whiskas e outros similares).

  • Semanalmente:

Trocar a areia da caixinha

  • Semestralmente:

Banho

Outros cuidados

Pentear quando começa a cair muitos pelos e passar talco anti-pulgas eventualmente.

Cio: as gatas passam por diversos períodos de cio ao longo do ano, pode variar conforme o lugar. Durante o cio elas não sangram (como os cachorros), ficam bem carinhosas e grudentas (fofas) e ficam miando loucamente (é realmente chato).
Uma opção é a castração, que dizem fazer bem ao bichinho, estou pensando nessa possibilidade.

Resumo

Adotar um gato adulto é mais fácil que adotar bebês gatos. Precisa menos cuidados de remédios, leites, ração especial, etc. No entanto os contras são que o gato já vem “educado” ou “mal-educado”, por exemplo a Judy não usa arranhador (pobre sofá..)

Apesar da distância inicial, e o “mal-humor” por mudar de casa, depois a Judy se tornou uma gata MUITO companheira e carinhosa. E eu gostei muito de ter aceitado ela na minha vida.

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PS: Sobre o nome Judy, é o nome original dela. Eu gostaria muito de ter dado um nome que eu gosto, mas não tive coragem de mudar o nome que ela já costumava ser chamada. Apesar de todos me dizerem que não tem importância mudar o nome, que eles se adaptam.